Coxas roliças
Pele alva
Sedosa
Colo macio
Pubis depilado
Clitoris duro
Vulva umida
Quente
Macia
Gozo delirante
Molhado
Risonho
Eu pensei em você
Lembrei de seu corpo nú
Suas ancas salientes
Seu pubis depilado
Suas coxas grossa e roliças
Seu sorriso lindo
Uma punheta bem batida
Gozei pensando em você
Na ponta de meu membro duro
Sentou-se a gordinha sexy
Sentiu o membro no talo, gemeu...
Ela me convidou para ver a casa onde houvera passado a infância e adolecencia.Uma casa muito boa, num bairro fino de São Paulo, porém, estava ali jazida sem habitação.
Mas, era o jeito de eu estar perto dela e poder ter sua companhia e algo a mais.
Olhamos a casa toda, frente, lateral, fundos, mas quando entramos no interior, é que me agucei em tocar-lhe e roubar um beijo.
Ela não se fez de rogada e correspondeu, fazendo sua lingua serpentear em minha boca.
Nossos corpos se tocaram num abraço apertado, e nossas virilhas se aconchegaram, e ela pode sentir todo o volume de meu membro sob minhas calças.
Ela roçava suas coxas em mim, e seu corpo num rebolado de fazer inveja a cabrocha de escola de samba, me excitava cada vez mais.
Tirei-lhe a camiseta e deixei seus seios livres para serem abocanhados. Ao tocá-los com minha lingua, seus mamilos endureceram, parecendo uma chupeta, sempre pronta a ser chupada.
Ao mesmo tempo, desabotoava suas calças e as descia pelas pernas, deixando suas coxas roliças a mostra, e sentindo a maciez delas em minhas mãos.
Com uma das mãos, agarrei em sua nádega, sob a minuscula calcinha, enfiada em seu rego, apertando, apalpando, beliscando, aquilo que mais parecia um manjar dos deuses, de alva e macia.
Deixei-a finalmente nua a minha frente, com uma visão divina de mulher-menina, arfando em sua respiração.
Deitei-a no sofá da sala, e comecei a beijar-lhe, os olhos, a boca, o queixo, o pescoço, os seios, a barriga.
Parei em sua xana, aveludada, macia, umida, quente, a mordiscar-lhe o clitores, arrancando gemidos e arrepios.
Passei para as coxas, macias e tenras, roliças, joelhos e pés, chupando cada um de seus dedos.
Ela levantou-se e me atirou no sofá de costas, e num ato quase louco, tirou meus sapatos, cinto, abriu minha calça, arrancou minha cueca e abocanhou meu membro, rijo, taludo, e grosso.
Engoliu minha glande, mordiscou a ponta, lambeu, sugou e finalmente subiu e sentou sobre ele.
Num encaixe perfeito, ela galopava sobre meu corpo, e pedia que a penetrasse e a fizesse gozar.
Queria se sentir mulher, mas como não ser uma, com aquele corpo e fogo ardente?
E quanto mais subia e descia em meu mastro, mais queria, e num grito único, gozamos os dois, num extase poucas vezes sentido por mim.
Meu gozo foi tamanho, que desceu entre suas coxas e derramou em meu corpo, ela louca de tesão, passava a mão e esfregava em seu corpo, dizendo que queria me sentir por inteiro, sem perder um pedaço ou gota de mim.
Tinhamos que nos recompor, e fomos ao banheiro para uma ducha rápida, e qdo a vi ali nua na minha frente, queria mais, algo a mais. Fiz com que ela se ajoelhasse a minha frente e virei minha pica ainda dura em sua direção, e urinei no corpo dela.
Ela se deliciava com aquele banho dourado, pedindo que a molhasse o corpo todo, e foi o que fiz até o final.
Tomamos um banho, colocamos nossas roupas e fomos nos reunir com os amigos, que nos esperavam na casa próxima.
Espero de ter a chance de visitar novamente a casa de sua infancia, pois ela me faz voltar a adolescencia e ter o tesão de poder te-la para mim.